domingo, 28 de dezembro de 2014

Torta de Açúcar Amarelo ou Torta de Canela

Na minha infância e adolescência, a minha torta preferida era uma torta que a minha mãe fazia e que dava o nome de Torta Verde.
Esta torta tinha este nome não por razões clubísticas, mas sim porque um dos seus ingredientes eram 500g de açúcar amarelo (que eu chamo de escuro), o que dava à deliciosa torta, uma cor esverdeada. 
Um dia destes, resolvi procurar pela net a famosa receita da Torta Verde, que não encontrei. Encontrei sim uma imitação, porque não é bem a mesma coisa, mas dá para matar saudades e essa torta tem o nome em alguns sítios de Torta de Açúcar Amarelo e noutros de, Torta de Canela. Quem não é grande fã de canela, não se assuste porque a quantidade utilizada é pequena e ajuda a travar um bocadinho o excesso de doce do açúcar.

A receita é a seguinte:

Ingredientes:

7 ovos
300g de açúcar amarelo
50g de margarina derretida 
1 colher de chá de canela
Modo de preparação:

Num recipiente misturar muito bem todos os ingredientes.
Levar ao forno num tabuleiro untado e forrado com papel vegetal a 180ºC, não mais que 15 minutos. Quando estiver cozida desenformar para cima de um pano polvilhado com açúcar e canela e depois enrolar.
Atenção que, a torta não deve estar muito tempo no forno, uma vez que fica cozida de mais e depois não fica enqueijada.



Experimentem e depois digam-me se não é óptima.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A música do Blog

Espero que o vosso Natal, esteja a ser sensacional! :)
Deixo-vos uma música de Natal diferente do habitual, mas que de certeza vos vai fazer sorrir neste fim de tarde natalício.

Beijinhos para todos!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

E quem não gosta de um bom licor? - Parceria Chocolicor

Recebi estes miminhos por parte da Chocolicor, um Licor de Frutos Silvestres, um Licor de Amora e um Licor de Ginja, que posso dizer-vos que são uma delícia, tal como todos os outro licores produzidos por esta empresa portuguesa.


Para quem ainda não conhece, a Chocolicor é uma empresa familiar, localizada nas Caldas da Rainha, que produz uma vasta gama de licores de forma artesanal. Para além dos licores tradicionais e da ginja, apresentam também algumas receitas inovadoras, mas de grande qualidade também. 

Podem consultar e comprar aqui, todos os licores produzidos pela Chocolicor. 

Agora que estamos a aproximarmo-nos da época natalícia, aqui fica uma boa ideia para alguns dos presentes que tenham para oferecer, ;), de certeza que todos vão gostar de os receber.

Feira Portugal Agro, na FIL

Começou ontem e decorre até dia 23 de Novembro na FIL, uma feira em que a produção nacional, para os sectores agrícola e agro-alimentar está em destaque, "O PORTUGAL AGRO"
Esta feira tem um leque de actividades bastante diversificada, desde provas, concursos, workshops, entre outras. Aqui podes consultar o programa completo e ver quais as actividades que mais te interessam.


As entradas têm os seguintes preços:

Bilhete individual: 5 €
Cartão Jovem | Estudante | Sénior > 65 anos: 2,50€
*Crianças até os 10 anos entrada gratuita


Mas quem estiver interessado em ir, pode sempre aproveitar esta promoção de oferta de um bilhete de adulto aqui. ;)







Vamos apoiar os excelentes produtos que temos no nosso País!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

*** CARTA ÀS MÃES MAIS QUE PERFEITAS ***

Não resisti em partilhar com vocês este texto, que na minha opinião reflete bem o que é ser mãe. 
Acredito que muitas de vocês se revejam em algumas das situações que aqui estão escritas, verdade?

Querida Mãe:
Eu já te vi por aí.
Eu vi-te a gritar com os teus filhos em público, vi-te a ignorá-los no parque, vi-te a levá-los à escola antes de teres tomado banho, e de calças de pijama por baixo do casaco.
Eu vi-te a implorares aos teus filhos, vi-te a suborná-los, e a ameaça-los.
Eu vi-te a gritar feita louca com o teu marido, com a tua mãe, e com o agente de polícia no cruzamento da escola.

Eu já te vi a correr com os miúdos de um lado para o outro, a sujares-te no parque e a praguejares em voz alta depois de bateres com o joelho na esquina da cadeira.
Eu vi-te a partilhares um leite achocolatado com um maníaco de 4 anos. Vi-te a limpar o nariz dos teus filhos com os dedos e a limpa-los na parte de trás das calças de ganga. Vi-te a correr com o teu bebé de 2 anos pendurado na dobra do teu braço, para apanhares a bola que está a fugir para a estrada.

Eu já te vi a ranger os dentes enquanto o teu filho gritava contigo porque não queria ir à aula de piano, à natação, ou ao treino de futebol. Eu vi-te a fechar os olhos e a respirar fundo depois de entornarem um copo de leite inteiro em cima. Vi-te a chorar desesperada enquanto tentavas tirar lápis de cera da tua melhor mala.
Eu já te vi na sala de espera do hospital. Eu vi-te no balcão da farmácia. Vi-te com o teu olhar cansado e assustado.
Eu não sei se tinhas planeado ser mãe ou não.
Se soubeste desde sempre que querias pôr crianças neste mundo, cuidar deles, ou se a maternidade te apareceu de surpresa.
Não sei se correspondeu às tuas expetativas, ou se passaste os primeiros tempos como mãe aterrorizada porque tinhas imaginado que sentirias o “amor materno” doutra forma.
Não sei se tiveste dificuldade em engravidar, se perdeste algum bebé, ou se tiveste algum parto traumático.
Nem sequer sei, se concebeste o teu filho no teu ventre, ou se o acolheste na tua família.
Mas eu conheço-te.
Eu sei que não alcançaste tudo o que querias na vida. Sei que há coisas que nunca soubeste que querias até teres filhos.
Eu sei que, às vezes, pensas que não estás a dar o teu máximo e que podias fazer melhor.
Eu sei que olhas para os teus filhos e te revês neles.
Eu sei que às vezes apetece-te atirar um candeeiro ao teu filho adolescente, e atirar o de 3 anos pela janela.
Eu sei que há noites que, depois de deitar os miúdos, estás tão exausta que só te apetece enrolares-te na cama a chorar.
Eu sei que há dias tão difíceis que só queres que acabem depressa. Depois, na hora de ir para a cama os teus filhos abraçam-te e enchem-te de beijinhos, e dizem o quanto gostam de ti, e de repente querias que o dia durasse para sempre.
Mas nada dura para sempre.
Os dias terminam, e o dia a seguir é um novo desafio. Febres, desgostos amorosos, trabalhos da escola, novos amigos, novos animais de estimação e novas dúvidas. E todos os dias, fazes o que tens de fazer.
Vais trabalhar, ou ficas em casa pões o bebé no sling e ligas o aspirador. Ou vais até ao jardim passear com ele.
Largas tudo para moderar uma discussão sobre de quem é a vez de usar aquelas canetas especiais, para dar um beijinho ao óó da tua filha, ou para conversar sobre qual é a cor do batom que a mãe do Pinóquio usava.
Eu sei que fazes guerras de cocegas em castelos de lençóis, e que sabes de cor as histórias de, pelo menos, 8 livros ilustrados. Eu sei que danças de forma ridícula quando vocês estão sozinhos. E que inventam canções parvas sobre queijo, maus cheiros, ou ervilhas.
Eu sei que uma hora depois de deitares os teus filhos, largas o que estás a fazer e vais cortar as unhas do mais novo. Sei que paras de arrumar a cozinha, porque a tua filha te convidou para a festa de chá que está a fazer com as bonecas, e faz questão que lá estejas.
Eu sei o que custou tratares dos teus filhos quando tiveste aquela virose de 4 dias. Sei que comes os restos dos pratos deles, enquanto arrumas a cozinha.
Eu sei que não contavas com muitas destas coisas. Sei que não antecipaste amar alguém tão intensamente, ou andar tão cansada, ou ser a mãe em que te vieste a tornar.
Pensavas que tinhas tudo planeado. Ou então, estavas perdida e aterrorizada. Ias contratar a Nanny perfeita. Ou ias deixar de trabalhar e aprender tudo sobre crianças.
Sei que não és a mãe perfeita. Por mais que tentes, e por mais que te esforces. Tu nunca serás a mãe perfeita.
E isso, provavelmente, vai perseguir-te. Ou se calhar fizeste as pazes com isso. Ou talvez nem nunca tenha sido um problema.
Eu sei que acreditas que independentemente do que fizeres, poderias ter feito sempre mais.
A realidade é outra.
Não interessa o pouco que fizeste, no fim do dia os teus filhos vão sempre amar-te. Vão continuar a rir para ti, e acreditar que tens poderes mágicos que podes curar quaisquer coisas.
Independentemente do que acontecer no trabalho, na escola, ou num grupo de amigos, tu fazes, sempre, tudo o que está e não está ao teu alcance para garantir que no dia a seguir os teus filhos estarão tão felizes, saudáveis e espertos quanto é possível.
Há um velho ditado iídiche que diz: “Há um filho perfeito no mundo, e todas as mães o têm.”
Feliz ou infelizmente, não há pais perfeitos. Os teus filhos vão crescer determinados a ser diferentes de ti. Vão crescer com a certeza de que não vão pôr os seus filhos nas aulas de piano, de que vão ser mais brandos, ou mais rigorosos, ou ter mais filhos, ou ter menos, ou não ter nenhum.
Um dia os teus filhos vão estar a correr como loucos na igreja, a portar-se pessimamente no restaurante a fazer caretas para o lado, e alguém vai passar e elogiar a tua família.
Uma certeza podes ter: não és perfeita!
E isso é bom. Porque na realidade, nem os teus filhos são perfeitos. E ninguém no mundo se preocupa mais com eles do que tu, ninguém sabe porque é que eles estão a chorar senão tu, ninguém percebe as piadas deles melhor do que tu.
E já que ninguém é perfeito, tens de desempatar com 2 biliões de pessoas que estão em primeiro lugar “ex aequo” para concorrer à melhor mãe do mundo.
Parabéns melhor Mãe do Mundo. Tu não és perfeita. És mais que perfeita:
És tão boa mãe como o resto do mundo.
por Lea Grover em Becoming a super mommy
adaptado por Up To Lisbon Kids




segunda-feira, 17 de novembro de 2014

A música do Blog

E 30 anos depois, eis que surge uma nova versão de uma música que se costuma ouvir nesta altura de próximidade do Natal, "Do They Know It's Christmas?".

Esta foi uma música lançada em 1984, em que um grupo de artistas se juntou com o nome de Band Aid, com a finalidade de angariarem fundos, para o combate da fome em África. Existiram outras versões em 1989 e 2004, com o mesmo intuito de angariar fundos, mas nenhuma fez tanto sucesso como a primeira.

Hoje partilho com vocês a versão de 1984 e a de 2014.





Eu depois de ter ouvido a nova versão, continuo a preferir a primeira.
E vocês, qual das versões é a vossa preferida?